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Sétimo Plano de Pastoral Orgânica

Publicado por Redação em 07 - Set de 2010 | Comentar
Sétimo Plano de Pastoral Orgânica

por Daniel Rocha

Com o objetivo de orientar a vida e missão dos fiéis, a Arquidiocese de Campinas apresentou, em abril passado, o seu 7º Plano de Pastoral Orgânica (PPO). A elaboração do Plano consistiu de uma ampla participação da comunidade arquidiocesana, composta, em grande parte, por fiéis leigos, agentes de pastoral, mas também por membros do corpo eclesial. Tudo isso, sob a direção do Arcebispo Metropolitano de Campinas, Dom Bruno Gamberini.

Em consonância com os objetivos da Igreja em nível nacional, o Plano traça o perfil de uma Igreja missionária e que traz como diretrizes o acolhimento, a renovação e o serviço, de acordo com os preceitos trazidos pelas pregações e ações do próprio Jesus Cristo.

Segundo o coordenador arquidiocesano de pastoral, o cônego João Luiz Fávero, “o Plano é uma grande orientação para todo o trabalho da Igreja de Campinas”. Ele lembra que o 7º PPO traz para a Igreja de Campinas a possibilidade de concretizar as indicações provindas do Documento de Aparecida para toda a Igreja, em especial, a da consciência de que “precisamos ser uma Igreja mais missionária”.

Dentro do conceito de acolhimento, a Igreja busca com o Plano intensificar a espiritualidade bíblico-litúrgica, promovendo cursos sobre a Sagrada Escritura, incentivando os grupos de vivência e o espírito e a prática das Comunidades Eclesiais de Base, visando às missões, bem como, abrir as portas dos templos, mas também do coração de cada membro da Comunidade, dando suporte para o crescimento destes na vivência comunitária, assumindo as exigências do serviço, do diálogo, do anúncio e do testemunho, sem se esquecer do acolhimento e da evangelização do jovem, favorecendo um encontro pessoal deste com Jesus Cristo.

A renovação vem em forma de uma rede de comunidades, havendo uma integração entre todos no âmbito da Igreja. Para isso, a Arquidiocese busca a renovação da mentalidade do Clero e dos agentes de pastoral e a revisão das estruturas pastorais e a distribuição territorial do presbitério. Uma Igreja de comunhão e partilha e a formação e espiritualidade dos discípulos-missionários também se encaixam no contexto da renovação que a Igreja pretende alcançar com o Plano.

Por fim, em relação ao serviço, a Igreja se expressa através da sua opção preferencial pelos pobres, criando uma rede de solidariedade, aonde todos são chamados a reavivar o seu compromisso sócio-transformador, mostrando a dimensão profética e solidária da Igreja na realidade em que vivemos, para que todos possam ter vida e a possam ter em abundância.

Cônego João Luiz complementa dizendo que o Plano “é como um farol que nos orienta na caminhada e que tem a função de garantir uma comunhão maior entre nós, porque se todos se deixam orientar pelo Plano, pelo mesmo objetivo, pelas propostas, isso vai garantindo uma comunhão maior que se manifesta na nossa unidade, na unidade pastoral da Igreja de Campinas”.

 


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