O projeto da Casa Sant’Ana, em Campinas, é gratuito e atende adolescentes de 14 a 24 anos que estão sujeitos a situações de vulnerabilidade social. Com duração de um ano, os alunos têm aulas de Gastronomia, Inglês, Espanhol, Português e Matemática, Informática e outras afins.
Com início no mês de fevereiro, os alunos frequentam a entidade às segundas, terças e quartas-feiras. Depois de abril, o Serviço Social da Casa entra em contato com empresas associadas ao Projeto, para que os alunos desenvolvam as habilidades aprendidas, contratados como “jovem aprendiz” com remuneração conforme a legislação própria. São parceiros o The Royal Palm Plaza, a Rede Vitória Hotéis, a EB Alimentação Escolar, a Rede Dan Inn, entre outros.
Padre João Augusto Piazza, vice-presidente da entidade, explica que a finalidade da instituição é a de “promover crianças, adolescentes e jovens para a inserção na sociedade, à inclusão social, na construção da cidadania e de sua própria identidade, enfim, apoiar, ajudar, incentivar esses jovens a crescerem”. Ele enfatiza que a Casa é expressão de uma opção pelos jovens. “A Igreja fez uma opção pelos jovens. Todos os jovens deste programa Jovem Aprendiz são da periferia, a maioria da região do Campo Grande e são jovens que estão querendo crescer”, comenta.
Ele completa dizendo que a importância desse Projeto para as pessoas que dele participam é a de dar a elas um sentido, uma direção na vida ou, pelo menos, abrir uma primeira perspectiva de inserção social, uma vez que o Projeto Jovem Aprendiz, que segue os ditames da lei federal que o regulamenta, ajuda a lançar o jovem como “aprendiz” no mercado de trabalho, o que, sem dúvida nenhuma, promove o crescimento pessoal e profissional de cada um dos alunos participantes dessa empreitada.
Um pré-requisito para participar do projeto é que o aluno que ainda não terminou o estudo até o ensino médio o esteja cursando no período noturno. Entrevistada, a estudante Fernanda Cristina da Rosa, de 17 anos, no 3º ano do Ensino Médio, conclui a formação na Casa este ano. Ela comenta que, muitas vezes, o curso acaba ajudando também na escola. “A gente tem Português e Matemática na Casa Sant’Ana. Em Nutrição, aprendemos sobre Biologia também, sobre os nutrientes… É como se fosse um reforço escolar!”, diz.
Matheus Gomes, que entrou em fevereiro na entidade e está na 8ª série, concorda com Fernanda e acrescenta: “Faz a gente evoluir muito na escola”.
O aluno Michel Jesus da Hora, 17 anos, por sua vez, ficou sabendo do projeto por seus amigos de escola e diz que, depois de terminar o curso, o seu objetivo é montar o próprio restaurante.
Confira reportagem completa na revista A Tribuna.








Segunda à sexta-feira,
fiz alguns cursos na casa sant’ana,
me ajudou muito, sou grata a instituição e sempre que poço indico a amigos !!
ops: posso
eu presisi muto